Contexto Importa: Evitar Clichês
Existe um perigo real aqui. Usar elementos portugueses pode resultar numa marca que parece de souvenir se não for cuidadoso. A diferença entre “charming” e “tacky” é a intenção e a execução. Uma marca de vinhos pode usar motivos folclóricos porque há uma conexão lógica — o folclore português está ligado à tradição, e o vinho é tradição. Uma startup de software não pode, porque não há coerência.
Isto significa que precisa de compreender realmente a sua marca antes de incorporar elementos patrimoniais. O elemento visual deve servir a narrativa, não apenas decorá-la. Uma consultoria de arquitectura pode explorar proporções geométricas de azulejos porque há uma conexão com design e construção. Uma agência de marketing não consegue fazer o mesmo sem parecer forçado.